igc é Leading em M&A upper mid-cap no ranking Leaders League 2027

Tempo de leitura
13 minutos
Data
Oct 9, 2026
Autor
Murilo Oliveira — Sócio, igc Partners
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A igc conquistou a faixa Leading, a mais alta, no ranking Leaders League 2027 de assessores independentes de M&A. Entenda o que a pesquisa reconhece e o que isso representa para quem vai vender.

Principais lições deste artigo

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  • A igc está na faixa Leading, a mais alta do ranking brasileiro da Leaders League 2027 para assessores independentes de M&A no segmento upper mid-cap, em um grupo seleto de cinco casas entre cerca de trinta avaliadas.
  • A Leaders League é uma casa de pesquisa internacional sediada em Paris, e sua classificação resulta de um ciclo rigoroso de quatro meses que combina submissão documental, retorno de clientes, avaliação de pares e leitura de terceiros qualificados do mercado.
  • A fonte de maior peso é o retorno de clientes, coletado pela Leaders League em nome da própria pesquisa e nunca em nome da casa avaliada, o que torna a avaliação espontânea e difícil de influenciar.
  • O reconhecimento é duplo: a igc também está na faixa Leading em Debt Capital Markets, o que coloca a casa no topo tanto em assessoria de venda quanto em estruturação de dívida.
  • A posição na Leaders League se soma à liderança da igc no ranking da Mergermarket por número de transações, combinando reconhecimento qualitativo e volume comprovado em uma mesma casa.

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O problema: escolher o assessor é a primeira decisão da venda

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O empreendedor ou a empreendedora que decide vender a empresa quase sempre faz isso uma única vez na vida. Do outro lado da mesa está um comprador que adquire companhias com frequência, com comitê de investimento, modelo de diligência e advogados que já viram todas as cláusulas. A assimetria é real, e ela começa antes da negociação: começa na escolha de quem vai conduzir o processo.

Essa escolha define boa parte do resultado. É o assessor que constrói a competição entre compradores, que decide a quem a empresa será apresentada, que sustenta o preço quando a diligência aperta e que negocia os termos que determinam quanto do valor de capa realmente chega à conta do vendedor. Um bom assessor não acrescenta um detalhe ao processo. Ele muda o processo inteiro.

Por isso existem pesquisas independentes de mercado. Elas respondem, com método e fonte verificável, a pergunta que o empresário sozinho não teria como responder: quais casas o mercado e, principalmente, os próprios clientes consideram as melhores em cada recorte. É exatamente esse o trabalho da Leaders League, e é nele que a igc alcançou a faixa Leading na edição 2027.

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A solução: uma pesquisa que ouve quem já contratou

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A Leaders League é uma casa de pesquisa com sede em Paris que mapeia e classifica prestadores de serviços profissionais em dezenas de países, entre eles escritórios de advocacia, auditorias, bancos de investimento e assessores financeiros independentes. Suas listas são acompanhadas por investidores, por departamentos jurídicos e financeiros de grandes companhias e pela imprensa especializada.

O que distingue essa pesquisa é a profundidade do processo. A classificação não é comprada nem declarada: ela é apurada ao longo de um ciclo de aproximadamente quatro meses, sendo três de coleta de dados e um de processamento e definição das faixas.

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As quatro fontes que sustentam a classificação

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  1. A submissão documental da firma. Um formulário detalhado cobre o desempenho dos últimos doze meses na área avaliada: as dez principais operações do período, a composição do time entre sócios e associados, a diferenciação em relação ao mercado, a base de clientes e novos negócios, mudanças de equipe e uma lista de clientes referenciais com contato. Há ainda uma entrevista confidencial com o editor responsável pelo ranking.
  2. O retorno direto dos clientes. É a fonte de maior peso. A Leaders League mantém uma base própria de executivos e diretores financeiros e soma a ela os referenciais indicados pelas firmas. O contato é feito em nome da própria pesquisa, nunca em nome da casa avaliada, justamente para que a avaliação seja espontânea e o cliente se sinta à vontade tanto para elogiar quanto para criticar. Nenhuma firma consegue influenciar essa etapa.
  3. A avaliação dos pares. As firmas comentam e recomendam concorrentes, tanto no formulário quanto nas entrevistas. A metodologia reconhece o viés desse tipo de avaliação e a pondera no conjunto, o que reforça o rigor do método.
  4. A leitura de terceiros qualificados. Como a Leaders League avalia simultaneamente categorias diferentes de prestadores, ela cruza percepções entre elas. Ao pesquisar assessoria em M&A, considera a visão de participantes do ecossistema que não são nem clientes nem concorrentes da firma avaliada, o que amplia a validade do resultado.

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Sobre essas fontes incidem quatro critérios declarados: a natureza, complexidade, tamanho, volume, inovação e qualidade das operações conduzidas; o reconhecimento e a reputação da firma entre clientes, pares e terceiros; o tamanho e a expansão do time, com o histórico de quem conduz o relacionamento com o cliente; e o prestígio, a diversidade e a internacionalização da base de clientes.

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As faixas de reconhecimento e onde a igc está

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A Leaders League organiza as firmas de cada ranking em cinco faixas de reconhecimento. Leading é a mais alta, reservada às casas que se destacam simultaneamente em qualidade de operações, reputação, time e base de clientes. Abaixo de Leading, onde está a igc, a escada segue com Excellent, de atuação de alto nível logo abaixo do topo; Highly recommended, de prática consolidada e bem avaliada no mercado; Recommended, de presença relevante no segmento; e Valuable practice, de atuação reconhecida pela pesquisa.

Na edição 2027 do ranking brasileiro de assessores independentes em M&A upper mid-cap, publicada em 6 de outubro de 2026, cerca de trinta casas foram avaliadas e distribuídas nessas cinco faixas. Apenas cinco alcançaram a faixa Leading, e a igc é uma delas. Dentro de cada faixa, as casas são listadas em ordem alfabética, sem hierarquia interna.

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Um reconhecimento que se repete em outra frente

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A mesma pesquisa classifica a igc na faixa Leading também em Capital Markets, na subárea de Debt Capital Markets, que corresponde à área de Capital Solutions da casa. Estar no topo das duas listas significa que o empresário encontra, sob a mesma estrutura, assessoria de primeira linha tanto para vender a empresa quanto para capitalizá-la.

Esse reconhecimento qualitativo se soma a outro, de natureza quantitativa. No ranking da Mergermarket, que conta transações efetivamente concluídas, a igc lidera em número de operações. São duas lentes diferentes sobre o mesmo mercado, e a casa está no topo das duas.

Natureza. A Mergermarket é quantitativa, a partir de uma base internacional de dados de transações; a Leaders League é qualitativa, a partir de pesquisa primária de mercado.

O que apura. A Mergermarket conta transações efetivamente concluídas, não anúncios nem mandatos; a Leaders League mede a percepção de clientes, pares e terceiros sobre os últimos doze meses.

O que demonstra. A Mergermarket mostra a frequência com que a casa leva processos até o fechamento; a Leaders League, como quem já contratou avalia a experiência.

Posição da igc. Na Mergermarket, liderança em número de transações; na Leaders League, faixa Leading em M&A upper mid-cap e em dívida corporativa.

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Boas práticas e erros comuns ao escolher um assessor de M&A

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Pesquisas independentes como a da Leaders League são a melhor ferramenta disponível para começar essa escolha. Alguns cuidados ajudam a extrair tudo o que elas oferecem.

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Boas práticas:

  • Priorizar rankings com metodologia publicada, que informam fonte, período e critério, como faz a Leaders League.
  • Dar peso às pesquisas que ouvem clientes, porque a experiência de quem já contratou é o indicador mais próximo do que o empresário vai viver.
  • Procurar a categoria correspondente ao porte da empresa, já que upper mid-cap, lower mid-cap e large cap têm compradores e dinâmicas distintos.
  • Cruzar reconhecimento qualitativo com volume comprovado, combinando uma pesquisa de percepção com um ranking de transações concluídas.
  • Verificar a especialização setorial da casa, que determina a quem a empresa será apresentada e com que profundidade de argumento.
  • Perguntar quem conduz o processo no dia a dia e confirmar que essa pessoa permanecerá até o fechamento.
  • Avaliar o acesso real a compradores, entendendo como a lista é construída e como a abordagem é feita, inclusive no exterior.

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Erros comuns:

  • Decidir por indicação isolada, sem verificar como o mercado e os clientes avaliam a casa.
  • Considerar apenas o nome mais conhecido, sem checar a lista correspondente ao porte da empresa.
  • Confundir listas de universos diferentes, como assessores independentes e bancos de investimento, que cumprem papéis distintos no mercado.
  • Aceitar promessa de múltiplo logo na primeira reunião, antes do processo competitivo e da diligência.
  • Ignorar quem assina o mandato e quem efetivamente estará na mesa ao longo dos meses seguintes.
  • Iniciar o processo sob pressão de caixa, quando uma estruturação de dívida prévia colocaria o vendedor em posição muito melhor.

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Exemplos práticos: o que a atuação de uma casa Leading entrega

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Exemplo 1: a competição que define o preço

Uma indústria familiar de médio porte recebe uma abordagem informal de um concorrente e considera negociar diretamente. Conduzida como processo estruturado, a mesma operação passa a envolver vários interessados qualificados avançando em paralelo.

A diferença é de natureza, não de grau. Com um único comprador, existe uma conversa. Com vários, existe um mercado, e é o mercado que estabelece o preço. Sustentar essa simultaneidade, inclusive diante de pedidos de exclusividade antecipada, é uma das competências que a avaliação de clientes captura.

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Exemplo 2: o comprador que não estava no radar

Uma empresa de serviços parte da hipótese de que seus compradores naturais são os três concorrentes nacionais do setor. O mapeamento revela um grupo estrangeiro em busca de entrada no Brasil, disposto a pagar pelo acesso ao mercado e não apenas pelo resultado da companhia.

Chegar a esse comprador exige base mapeada e relacionamento internacional ativo. Na igc, são mais de 6.000 potenciais compradores no Brasil e no exterior, e mais de 50% das transações envolvem compradores estrangeiros, com apoio da operação em Miami.

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Exemplo 3: o mesmo sócio do começo ao fim

Um processo de venda consome vários meses entre a decisão e o fechamento, e a diligência costuma ser a fase mais sensível. Manter o mesmo interlocutor ao longo de todo esse período preserva o entendimento do negócio no momento em que ele mais importa, e evita a perda de ritmo que uma troca de equipe provoca.

Na igc, o sócio que abre o processo é o mesmo que o fecha. Os 35 sócios são donos da casa, e a conversa com o empresário acontece de dono pra dono, entre pessoas que carregam o mesmo tipo de risco.

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Perguntas frequentes

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Os exemplos mostram o que uma atuação de primeira linha entrega ao longo de um processo. A seguir, respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre o ranking e sobre a escolha do assessor.

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Qual é a classificação da igc no ranking da Leaders League?

Na edição 2027 do ranking brasileiro de assessores independentes de M&A no segmento upper mid-cap, publicada em 6 de outubro de 2026, a igc está na faixa Leading, a mais alta da lista, em um grupo de cinco casas entre cerca de trinta avaliadas.

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O que significa a faixa Leading?

É o nível máximo de reconhecimento atribuído pela Leaders League em um ranking, reservado às casas que se destacam simultaneamente em qualidade das operações, reputação de mercado, composição do time e perfil da base de clientes. Abaixo dela vêm Excellent, Highly recommended, Recommended e Valuable practice.

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O que é a Leaders League?

É uma casa de pesquisa internacional com sede em Paris que classifica prestadores de serviços profissionais por país e área de atuação. Suas listas são acompanhadas por investidores, por executivos de grandes companhias e pela imprensa especializada como referência de mercado.

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Como a Leaders League chega à classificação?

Por um ciclo de pesquisa de aproximadamente quatro meses que combina quatro fontes: a submissão documental das firmas, o retorno de clientes contatados em nome da própria pesquisa, a avaliação de pares e a leitura de terceiros qualificados do ecossistema. A classificação resulta do cruzamento dessas fontes.

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Uma firma pode influenciar o resultado?

A firma participa apenas da etapa de submissão, apresentando suas operações e sua equipe. As demais fontes são coletadas de forma independente pela Leaders League, inclusive o retorno de clientes, que é obtido em nome da pesquisa e não da casa avaliada.

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Esse ranking é o mesmo que o da Mergermarket?

São complementares. A Mergermarket conta transações efetivamente concluídas em um período e uma região, e nela a igc lidera em número de operações. A Leaders League mede percepção de mercado por pesquisa primária, com destaque para o retorno de clientes. A igc está no topo das duas.

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O ranking inclui bancos de investimento?

Este é o ranking de assessores independentes. A Leaders League publica listas separadas para bancos de investimento, que cumprem papéis distintos no mercado e são, com frequência, compradores e contrapartes em operações de M&A.

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O que é o segmento upper mid-cap em M&A?

É a faixa superior do mercado de médio porte: empresas com escala suficiente para atrair compradores estratégicos relevantes e fundos de private equity, mas que em geral continuam sob controle familiar ou dos fundadores. É o recorte em que a igc concentra sua atuação sell-side.

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Em que outras categorias a igc é reconhecida?

Também em Capital Markets, na subárea de Debt Capital Markets, igualmente na faixa Leading. É a frente de estruturação e captação de dívida corporativa, que na casa responde pela área de Capital Solutions.

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Conclusão: reconhecimento construído empresa por empresa

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A faixa Leading na Leaders League 2027 não é um título declarado pela casa. É o resultado de uma pesquisa independente que ouviu clientes, pares e terceiros do mercado ao longo de quatro meses, e que colocou a igc no grupo de topo do segmento em que ela escolheu atuar desde o primeiro dia. Para o empresário que avalia vender a empresa, é a confirmação, vinda de fora, de algo que só quem já passou pelo processo poderia atestar.

A igc Partners é a maior casa de M&A da América Latina, com atuação exclusivamente sell-side desde 1997 e mais de 550 transações concluídas. A casa opera como dez boutiques setoriais dentro de uma só estrutura, em Agro, Business Services, Consumo, Varejo & Educação, Indústria, IT & Professional Services, Químicos, Real Estate, Saúde, Serviços Financeiros e Tech, com sócios, associados e analistas dedicados a cada setor e suporte de escala e alcance global. Mais de 50% das transações envolvem compradores estrangeiros, com acesso direto a mais de 6.000 potenciais compradores no Brasil e no exterior.

São 35 sócios, todos donos da casa, conduzindo pessoalmente cada processo de dono pra dono. O sócio que abre a transação é o mesmo que a fecha, porque não há para onde ir. É esse modelo que a Mergermarket mede em volume e que a Leaders League reconhece em qualidade.

O empreendedor ou a empreendedora pode começar essa conversa antes mesmo de decidir vender. Um diagnóstico antecipado ajuda a entender quanto a empresa vale hoje, o que pode ser feito para aumentar esse valor e qual é o momento certo para abrir um processo.

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