
Uma venda bem conduzida é, no fundo, a criação de competição por um ativo. Quanto mais compradores qualificados e realmente interessados disputam a empresa, mais forte a posição do vendedor para negociar preço e estrutura, e menor o risco de aceitar uma oferta apenas porque é a única. O ponto não é falar com muita gente, mas garantir que os compradores certos, os que mais valorizam aquele ativo específico, estejam todos na mesa. E, com frequência, alguns desses compradores certos não estão no Brasil.
Porque um ativo pode ter, para um grupo internacional, um valor estratégico que um comprador local não enxerga: a porta de entrada em um mercado grande, uma peça que falta no portfólio global, uma capacidade ou uma posição difícil de construir do zero em outro país. Muitas vezes esse comprador nunca esteve no Brasil, e o ativo é justamente a sua entrada em um mercado inteiramente novo. É por isso que ele costuma ser quem paga mais e oferece as melhores condições: a aquisição vale, para ele, o acesso a um país inteiro, não apenas mais um negócio. Deixar esses compradores de fora do processo é deixar valor na mesa.
Não é ter uma lista longa de contatos de fundos e empresas no exterior. Ser global de verdade é ir além dos estrangeiros que já olham para o Brasil: é encontrar, no mundo, compradores que nunca estiveram no país, identificar quais deles têm razão estratégica para entrar e viabilizar esse movimento. Isso exige relacionamento real com quem toma decisão nesses compradores, entender a tese de cada um para saber a quem aquele ativo interessa, e ser capaz de conduzir o processo nos padrões que o comprador internacional espera, de idioma, de materiais, de governança e de ritmo. É a diferença entre disparar uma mensagem para uma lista e efetivamente trazer o comprador estrangeiro certo, muitas vezes um que nunca havia olhado para o Brasil, para dentro de um processo competitivo.
A igc foi construída para colocar os compradores certos, nacionais e estrangeiros, na mesma mesa por um ativo. Com operação em São Paulo e em Miami, a casa acessa investidores internacionais por relacionamento e método, não por listas, e integra esse acesso a um processo competitivo conduzido pelos sócios. Mais da metade das transações da casa envolve players estrangeiros, e a base soma mais de 6.000 compradores mapeados no Brasil e no exterior, o universo que dá ao vendedor a régua real do que o ativo vale.
O interesse internacional por empresas brasileiras é consistente. Segundo a KPMG, no primeiro semestre de 2025 as aquisições de empresas brasileiras por investidores estrangeiros cresceram cerca de 12%, com Estados Unidos, Reino Unido, França e Espanha entre as principais origens, mesmo em um período de leve retração das operações domésticas. Para o empresário, o recado é direto: o conjunto de potenciais compradores de uma empresa bem posicionada não termina na fronteira, e ampliar o processo para além dela é uma das formas mais concretas de proteger valor.
Sim. O interesse internacional não se restringe a grandes empresas: um ativo de médio porte com posição competitiva clara, boa governança e uma tese de crescimento consistente pode ser exatamente o que um comprador estrangeiro procura para entrar ou crescer no Brasil. O que abre essa porta não é o tamanho do balanço, mas a qualidade do ativo somada ao alcance, relacionamento e método, a quem, lá fora, enxerga o seu valor.
A igc foi construída para colocar os compradores certos, nacionais e estrangeiros, na mesma mesa por um ativo. Com operação em São Paulo e em Miami, a casa acessa investidores internacionais por relacionamento e método, e integra esse acesso a um processo competitivo conduzido pelos sócios. Parte central desse alcance é chegar a compradores que nunca estiveram no Brasil e viabilizar a sua entrada, justamente os que tendem a pagar mais, porque para eles o ativo é a porta para um mercado novo.
Mais da metade das transações da casa envolve players estrangeiros, e a base soma mais de 6.000 compradores mapeados no Brasil e no exterior. A igc é líder em M&A sell-side na América Latina nos últimos cinco anos, com 118 transações concluídas, segundo o ranking da Mergermarket. Processo de dono pra dono, com 35 sócios.
Porque os compradores que mais valorizam um ativo podem estar fora do país, às vezes sem nunca terem estado no Brasil. Trazê-los para competir com os nacionais aumenta a competição e tende a melhorar preço e estrutura, e são eles que, muitas vezes, pagam mais.
Não. É relacionamento real com quem decide, entendimento da tese de cada comprador e capacidade de conduzir o processo nos padrões que o comprador internacional espera.
Sim, quando têm posição competitiva clara, boa governança e tese de crescimento. O que abre a porta é a qualidade do ativo somada ao acesso aos compradores certos, não o tamanho.
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